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Programa vai levar startups brasileiras para vender no exterior
Estão programadas quatro missões empresariais do gênero, a primeira prevista para dezembro em Paris. As demais estão programadas para maio (Berlim); julho (Miami) e novembro (Lisboa).

O lançamento ocorreu com a participação de representantes dos ministérios das Relações Exteriores e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços; da Agência Brasileira de Promoção de Exportações (Apex-Brasil); da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Para cada uma dessas inciativas serão selecionadas 15 startups. Os interessados que forem selecionados em processo licitatório contarão com consultoria especializada para se preparar para os negócios e as demais tratativas nos países programados que incluem visitas a empresas locais, incubadoras e aceleradoras, reuniões, encontros para investidores, e apoio pós-missão para definição de estratégia de internacionalização ou softlanding.

O secretário de Inovação e Novos Negócios do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Vinicius de Souza , informou que os critérios de escolha levam em consideração entre outros itens o grau de inovação, a capacidade de integração dos projetos ao ecossistema e maturidade das empresas. “Muitas empresas têm tecnologia, mas falta experiência para negociar”, pontuou. A consultoria e o apoio, segundo ele, prosseguem após o retorno da viagem.

A diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes, disse que “o programa vai identificar oportunidades, além da capacitação, a mentoria e consultoria especializada e voltadas de acordo com as especificidades de cada empresa”.

Também presente ao ato, o embaixador Roberto Jaguaribe falou sobre a vantagem do programa "cada país tem um código de negócios”. Ele defende que o Brasil precisa recuperar espaços no mercado globalizado e que a China poderia ser um importante destino para essas iniciativas que podem render joint-venture (acordos comerciais), já que este país é “responsável“ por 30% do crescimento da economia no mundo “.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte : Agencia Brasil - http://agenciabrasil.ebc.com.br
Posted on: Nov-24-2017 02:15:58 PM


Para este bilionário, é hora de investir nas startups do Brasil

Tim Draper: ele investiu em 24 unicórnios, comprou 30 mil bitcoins, quis dividir a Califórnia em seis e criou uma escola para empreendedores baseada em Harry Potter e X-Men (Frederick M. Brown/Getty Images)

São Paulo – Você talvez não conheça Tim Draper de nome. Mas deve acompanhar alguns negócios nos quais o investidor aportou: Baidu, Foursquare, SolarCity, SpaceX, Tesla, Twitter e Tumblr são apenas alguns deles.

Tim Draper começou sua carreira investidora em 1985, ao criar o fundo Draper Fisher Juvertson. Desde então, vem construindo seu portfólio de investimentos. A parte de negócios iniciais da DFJ, conhecida como Draper Venture Network, já realizou mais de 450 investimentos em mais de 60 cidades.

Desses aportes, 24 resultariam em startups “unicórnios” – empreendimentos avaliados em mais de um bilhão de dólares (na cotação atual, 3,15 bilhões de reais).

Draper também acumulou outras apostas excêntricas ao longo de sua carreira: ele ganhou um leilão de 30 mil bitcoins do site ilegal de drogas Silk Road; lançou um projeto para dividir a Califórnia em seis estados; e inaugurou uma escola para empreendedores promissores inspirando-se nas séries Harry Potter e X-Men.

Hoje, a Draper Venture Network administra atualmente o equivalente a cerca de 1,6 bilhão de dólares em negócios. A fortuna de Tim Draper é avaliada em mais de um bilhão de dólares.

A nova aposta do megainvestidor está na América Latina: ele criou uma nova rede de investimento, chamada Draper Venture Network Beta, apenas para startups em estágio inicial da região. No Brasil, a DVN Beta fez uma parceria com a aceleradora ACE, com sede em São Paulo, permitindo que negócios inovadores nacionais possam ter acesso a investidores globais.

EXAME.com conversou por telefone com Tim Draper e Gabe Turner, um dos diretores da Draper Venture Network, para saber mais sobre o ecossistema empreendedor brasileiro e sobre as oportunidades de investimento durante uma recessão econômica.

Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista:

EXAME.com – Você poderia começar falando um pouco do seu histórico como investidor de startups?

Tim Draper – Eu estou há 30 anos nesse mercado. É algo que vem de família: meu avô era um investidor, e meu pai também era um investidor. Nós fundamos algumas empresas muito interessantes quando elas ainda estavam no começo, como Hotmail, Skype e Tesla. Nós também aportamos em quase 30 unicórnios ao longo desses 30 anos.

Tenho no meu sangue essa coisa de investidor, e me comprometi com a missão de espalhar o empreendedorismo e o investimento em empreendimentos de risco pelo mundo. Eu realmente me satisfiz com os resultados que obtive, e estamos animados com a Draper Venture Network Beta, que é a forma que encontramos para continuá-la.

EXAME.com – Qual a missão da Draper Venture Network Beta, de forma mais detalhada?

Tim Draper – A Draper Venture Network possui vários programas, que reúnem vários investidores de todo o mundo. Nós compartilhamos as melhores informações e práticas, e com isso passamos a entender como muitos mercados funcionam – ou seja, a forma que suas startups operam e quais setores são os mais fortes.

Então, quando vimos a oportunidade de fazer uma grande diferença nesse mundo do empreendedorismo, criamos a Draper Venture Network Beta e começamos a visitar lugares promissores para criar ecossistemas. A grande ideia é que eles possam se tornar tão extraordinário quanto o Vale do Silício.

Gabe Turner – De forma mais prática, o propósito da DVN Beta é conectar fundos americanos com fundos de qualquer parte do mundo, compartilhando acordos de investimento e expertises. Nós não teremos um programa de aceleração, incubação ou investimento, e sim mostraremos as melhores oportunidades por meio de nossos parceiros, como a ACE no caso do Brasil.



Nós achamos que é um dos melhores momentos para ir ao Brasil e criar um ecossistema empreendedor. (…) Um país de turbulência política é uma ótima oportunidade para quem quer testar novas ideias e não ser esmagado pelas regulações. Assim, o país pode dar grandes saltos de progresso.


Tim Draper, megainvestidor

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EXAME.com – Qual a percepção da DVN Beta sobre o mercado de startups brasileiro? Vocês veem oportunidades de investimento? Em quais setores?

Tim Draper – Temos visto uma onda de empreendedores brasileiros que tentam fazer algo interessante acontecer. O Brasil se tornou um lugar quente para o empreendedorismo e é um exemplo do que acontece em diversas partes do mundo: com dificuldades econômicas, entraves governamentais e problemas em geral, o empreendedorismo floresce.

Os brasileiros sentem que, se o sistema não está trabalhando para eles, é preciso criar algo novo. É a partir daí que surgem os melhores empreendedores. Nós achamos que é um dos melhores momentos para ir ao Brasil e criar um ecossistema empreendedor.

Gabe Turner – Nos últimos anos, nós conversamos com entidades como Endeavor e Silicon Valley Bank. O que nos surpreendeu é que, apesar das dificuldades econômicas dos últimos anos, o empreendedorismo floresceu e está florescendo.

As grandes empresas procuram otimizar custos, o que envolve tecnologia, e seus fundadores falaram conosco que o país estava em péssimo estado. Mas, quando mostraram seus números, eles estavam indo razoavelmente bem em termos de crescimento. Nós concluímos que é um bom sinal essas empresas estarem indo bem mesmo durante uma recessão. Quando a economia realmente virar, essas companhias serão igualmente propulsionadas.

EXAME.com – Então, tempos de crise econômica são os melhores para criar novas ideias?

Tim Draper – O Brasil está passando por uma situação financeira complicada, e as pessoas começam a perder confiança no governo, na sua moeda, nos seus negócios. Um país de turbulência política é uma ótima oportunidade para quem quer testar novas ideias e não ser esmagado pelas regulações. Assim, o país pode dar grandes saltos de progresso.

Já estivemos na China, por exemplo, e percebemos como algumas regiões passaram de não ter comunicação telefônica para os smartphones, sem passar pela época de cabeamento e telefones fixos. Acho que o Brasil pode ter uma atitude similar.

Enquanto isso, nos Estados Unidos, se alguém lançar uma empresa de drones, vai ter de passar por reclamações de vizinhos, negociações com aeroportos e toda uma série de regulações por conta de sua grande estabilidade.

Em tempos de crise, as pessoas também possuem uma mente mais aberta: quando as pessoas possuem um emprego estável, as mentes se fecham e não há o desejo de experimentar novos produtos. Afinal, tudo funciona e os consumidores estão bem. Isso dificulta o trabalho do empreendedor e pode gerar estagnação.

EXAME.com – O que falta para as startups brasileiras se tornarem globais?

Tim Draper – Na minha opinião, o que falta para as startups brasileiras se tornarem globais – e, vale lembrar, isso acontece ao redor do mundo – é parar de pensar em termos de “como meu negócio irá afetar eu mesmo e os consumidores próximos a mim?” e mais em termos mundiais.

Poucas pessoas têm esse pensamento, o que é uma dificuldade. Porém, ao mesmo tempo, uma ideia que realmente se torna global é algo cada vez mais simples: as barreiras geográficas estão caindo. Se alguém no Brasil pensar em um produto realmente animador, que todos desejam, a ideia irá se espalhar. As únicas pessoas que nadam contra esse movimento são aquelas que não acreditam que há um mundo a ser explorado.

O que precisa ser feito, então? Temos de incentivar uma mentalidade empreendedora: fazer os donos de empresas acreditarem que podem se tornar grandes e também incentivar o ensino de arte, ciências e matemática para as crianças. Colocando essas três matérias juntas, você forma grandes empreendedores e, com o tempo, grandes negócios.

Gabe Turner – Já estamos vendo casos de empreendedores brasileiros com mentalidade global, criando startups que “pulam” o Brasil e começam já por aqui [nos Estados Unidos]. Outros possuem uma mentalidade regional ampliada, buscando expandir na América Latina, por exemplo. Nós esperamos ver mais empreendedores brasileiros com perfis assim.

Os membros da ACE e de outros fundos nos apresentam oportunidades e estamos de olhos abertos neste mesmo instante. Assim que virmos algo que tenha essa ambição global e seja viável, iremos atacar. Não estamos esperando uma data específica.

EXAME.com – Além dessa mentalidade global, o que vocês procuram em uma startup para participar da DVN Beta? Haverá critérios de seleção baseados em setor ou estágio de negócio?

Tim Draper – Primeiro, procuramos companhias que persigam problemas grandes o suficiente. Segundo, uma tecnologia interessante, que gera um diferencial em relação aos concorrentes. Em terceiro lugar, analisamos se o produto é interessante para indústria. Por fim, pensamos se a composição do time faz sentido, se cada um dos membros está na área certa e pelos motivos certos. Buscamos todas essas características. Também é interessante notar se a empresa faz uso de algumas tendências tecnológicas: por exemplo, bitcoins, “googlização” das coisas e marketplaces.

Gabe Turner – Não há eliminações por estágio da startup ou por setor. Mesmo assim, na DVN Beta, nós temos como meta focar mais em negócios em estágio de semente, com menos de 30 milhões de dólares de capital investido. A ideia é obter investimentos menores, que podem levar a investimentos maiores para quando a startup já estiver mais avançada. Só para comparação, nosso investimento mais comum gira em torno de 75 a 100 milhões de dólares.


fonte exame
Posted on: Oct-6-2017 01:53:48 PM


Milhares de startups surgidas nos últimos cinco anos, aqui e no exterior, estão mudando — para melhor — a forma como lidamos com nossas finanças
O paulista Pedro Conrade é um daqueles empreendedores incansáveis. Quando ainda cursava o ensino médio, decidiu usar os 5 000 reais que o pai tinha lhe deixado ao morrer, alguns anos antes, para montar um negócio de revenda de biquínis. De lá para cá, já abriu e fechou uma empresa de compras coletivas e uma startup que financiava projetos. Enquanto estudava administração de empresas na Fundação Getulio Vargas, passou por um tipo de situação que qualquer brasileiro já viveu um dia — irritou-se com seu banco. “Entrei no cheque especial por causa de uns poucos reais, e o banco me cobrou 46 reais de taxa”, diz.

É o tipo de situação que não costuma mudar a vida de ninguém. Mas frequentar o cheque especial iniciou, para Conrade, uma sequência de eventos que acabaram fazendo com que tomasse uma decisão radical: virar banqueiro. Em julho de 2016, impulsionado pelo interesse de investidores que quiseram apostar no projeto, ele lançou o Neon, um banco digital com 120 funcionários e cerca de 100 000 clientes — que acessam suas contas por meio de um aplicativo no celular e sem pagar tarifas. Com apenas um terno no guarda-roupa e sem cartões de visita na carteira, Conrade é, aos 25 anos, o banqueiro mais jovem do Brasil.

Na época em que comandava a gigante de tecnologia Microsoft, Bill Gates dizia que as empresas tinham muito a aprender com clientes infelizes. Quem não aprende, afinal, abre caminho para concorrentes e empreendedores revolucionários, como o próprio Gates. Para empreendedores à caça de consumidores insatisfeitos, os bancos criaram um gigantesco mercado. Dependendo da pesquisa que se olhe, de 40% a 80% dos consumidores dizem não gostar dos bancos em que têm conta, por diferentes razões.

Um levantamento da consultoria EY, feito com 55 000 clientes bancários de 32 países, mostra que apenas um quarto deles acredita que os gerentes dão conselhos imparciais sobre produtos financeiros. De acordo com a consultoria Scratch, sete em cada dez jovens americanos preferem ir ao dentista a encarar uma conversa com o gerente da agência. A aversão aos bancos se deve, em parte, ao fato de que ser cliente deles não é uma escolha, mas uma obrigação para qualquer cidadão comum que precise pagar contas, receber e transferir dinheiro etc.

Mas virar cliente pode ser uma experiência desagradável: é preciso ir a uma agência, aguardar na fila, levar uma série de documentos, esperar o envio de outros documentos para ser assinados, cadastrar senhas com dez dígitos alfanuméricos e — só então — começar a pagar 30, 50, 80 reais de tarifa todos os meses. É verdade que clientes que têm dinheiro investido no banco recebem descontos e outras vantagens.

Mas aí surge outro problema: os bancos não têm tantas boas opções de investimento assim. Nada disso é exclusividade do Brasil: no mundo todo, os bancos exigem documentos e senhas, e fazem isso por uma necessária preocupação com a segurança. Cobrar por produtos e serviços também é, ou deveria ser, algo normal. O problema para os bancos é que a maioria dos clientes acha que paga muito e recebe pouco. Se “disrupção” é o termo da moda, o setor bancário era um que estava maduro para ser virado de pernas para o ar. Nesse ambiente, surgiram as fintechs, startups especializadas em finanças que estão protagonizando a maior transformação do mercado financeiro em décadas.

Estima-se que existam cerca de 12 000 fintechs no mundo. Segundo a consultoria KPMG, desde 2010 cerca de 130 bilhões de dólares foram investidos nessas empresas (72 bilhões somente nos últimos dois anos). No Brasil, são 244, número quatro vezes maior do que o de dois anos atrás, de acordo com dados do FintechLab, divisão de pesquisa da consultoria de inovação Clay Innovation, que compila dados desse setor. Cerca de 60% delas receberam recursos de fundos de investimento — estima-se que o total já tenha ultrapassado 1 bilhão de dólares. Em 2016, o Brasil ficou na oitava posição entre os países que mais receberam investimentos em fintechs, acima de Austrália e Japão: o total, aqui, somou 161 milhões de dólares (os líderes do ranking são China e Estados Unidos, que receberam 6,4 bilhões e 4,6 bilhões de dólares, respectivamente).
Posted on: Sep-18-2017 01:26:32 AM


PROGRAMA BRASILEIRO DE ACELERAÇÃO DE STARTUPS
FUNCIONAMENTO E BENEFÍCIOS

O programa prevê editais para qualificar e habilitar aceleradoras, e para a seleção de startups. Para receber o apoio do Start-Up Brasil, as startups selecionadas devem se associar a uma das aceleradoras.
Startups de qualquer país, que desenvolvam uma solução inovadora em software, hardware e/ou serviços de TI e que tenham até 4 (quatro) anos de existência, podem submeter seu projeto, sendo até 25% das vagas destinadas para startups internacionais.
Após seleção e contrato com aceleradoras, as startups participam de um processo de aceleração que dura 12 meses, recebem recursos financeiros em formato de bolsas de pesquisa, desenvolvimento e inovação para os seus profissionais, além de benefícios como participação em eventos, atividades de capacitação, aproximação com clientes e investidores e acesso aos Hubs Internacionais da Softex e Apex-Brasil no Vale do Silício, Nova Iorque e Singapura.
As aceleradoras, por sua vez, também investem financeiramente e oferecem uma série de outros benefícios adicionais, como: mentoria, coaching, produtos e serviços de parceiros, estrutura física, serviços jurídicos, entre outros.

Fonte Startup Brasil
Posted on: Jul-27-2017 10:27:08 PM


CASE O maior evento para startups da América Latina
É para quem quer estar na frente, liderar, criar e ser 100% em tudo que faz. Em um único evento você terá uma feira de negócios para startups, um palco com grandes nomes do empreendedorismo e três trilhas paralelas de conteúdo.

Esse ano, mais de 6.000 participantes entre CEOs, investidores e empresários estarão no CASE para se conectar, fazer negócios aprender e discutir sobre inovação, tecnologia e mercado. Prepare-se para dois dias intensos de experiências que vão mudar sua forma de ver e fazer negócios.

Centro de Eventos PRO MAGNO
Rua Samaritá, 230 – Casa Verde, São Paulo – SP

Data: 26/10 e 27/10
Horário: 10h às 18h

Fonte : Case
Posted on: Jul-24-2017 11:02:59 PM


Sabin oferece programa de aceleração para startups
Este é o principal mote do projeto Inova Sabin Healthcare. Referência no mercado de medicina diagnóstica, o Sabin se uniu ao Centro Universitário de Brasília, por meio da CASULO – Incubadora de Empresas do UniCeub, para incentivar soluções inovadoras em produtos, serviços e negócios que melhorem a saúde dos brasileiros.

Fonte: Hospitalar.com
Posted on: Jul-22-2017 02:00:28 PM


MCTIC deve repassar recursos para Semana Nacional de C&T de 190 instituições do país
O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) deve apoiar 190 instituições para realizar atividades ligadas à 14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2017), que ocorre de 23 a 29 de outubro, com o tema "A matemática está em tudo". O coordenador-geral de Popularização e Divulgação da Ciência do MCTIC, Roberto de Pinho, apresentou resultados preliminares do edital de apoio à SNCT durante encontro na 69ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Belo Horizonte (MG).
Lançada em maio pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a chamada pública dispõe de R$ 5,5 milhões, oriundos da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTIC (Seped). "Tivemos uma demanda de R$ 13 milhões, com interesse de 392 instituições, das quais 48% tiveram projetos aprovados", informou Pinho. "Esses resultados são preliminares, mas não devem mudar significativamente."
Ele lembrou que o tema está ligado aos esforços do Biênio da Matemática no Brasil. O país sedia pela primeira vez na história a Olimpíada Internacional de Matemática (IMO, na sigla em inglês), nesta semana, até domingo (23), e o Congresso Internacional de Matemáticos (ICM, na sigla em inglês), de 1º a 9 de agosto de 2018, ambos no Rio de Janeiro (RJ). "A temática é importantíssima, bastante rica em ferramentas de popularização da ciência e fácil de se relacionar com diversas áreas do conhecimento."
Pinho propôs aos representantes das instituições que explorem na SNCT a Agenda 2030 e seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). "Deixamos isso como sugestão de trabalho para as diversas atividades, ligando matemática e ciência a cada um dos 17 ODS, desdobrados em 169 metas e 230 indicadores principais."
Já para a 15ª SNCT, em 2018, o coordenador-geral pediu sugestões de tema. "Uma que já recebemos seria sobre mulheres e meninas na ciência, uma questão que realmente se precisa atacar", relatou. "A gente também pode se inspirar nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Alguns deles foram objeto de tratamento nas 13 edições anteriores. Aquela proposta inicial, por exemplo, seria diretamente ligada ao ODS número 5, de igualdade de gênero."
Popularização da ciência
Realizada nacionalmente desde 2004, a SNCT é coordenada pelo MCTIC e conta com a colaboração de empresas e órgãos públicos, escolas, fundações de apoio, institutos de pesquisa, museus, universidades e secretarias estaduais e municipais. Em 2016, mais de 2,1 mil instituições cadastraram 90 mil atividades em 1.054 municípios de todos os estados e no Distrito Federal.
"O ministério reforça o convite a todas as instituições parceiras, que, na verdade, são quem faz a SNCT já há 13 anos, a participar mais uma vez desse que é o maior evento de popularização da ciência do Brasil", afirmou Roberto de Pinho. "A Semana é realmente realizada em rede e de forma colaborativa, simultaneamente em todo o país. O objetivo é aproximar a população da ciência e tecnologia, com atividades que congregam centenas de entidades."
Segundo Pinho, a Seped planeja um seminário de coordenadores de eventos da SNCT para 13 e 14 de setembro, em Brasília. "Esse encontro vai ser aberto a representantes de todas as instituições que queiram realizar atividades durante a Semana, não apenas aquelas contempladas pelo edital", ressaltou. De acordo com ele, o site snct.mctic.gov.br está em fase de finalização.

Fonte: MCTIC
Posted on: Jul-22-2017 05:55:17 AM


Mais startups de tecnologia no agronegócio?
A pesquisa permaneceu online por quatro meses e foi respondida por 75 empresas. Do total, 26% surgiram em 2014, 30% em 2015 e 24% em 2016. Para o gerente executivo da incubadora EsalqTec, Sergio Marcus Barbosa, “2016 foi um ano espetacular para as startups do agro” (Portal DBO). E foi mesmo. Trata-se de uma grande quantidade de empresas, considerando a estimativa do TIC em Foco de que devem existir algo em torno de outras 300 empresas com soluções em TI voltadas para o segmento agropecuário.

As novas empresas estão concentradas em permitir que o produtor obtenha ganhos de produtividade, produzindo mais com menos terra e água. Também levam em conta a proteção ambiental e a segurança alimentar, buscando reduzir a emissão de poluentes e o uso de agrotóxicos.

De acordo com o Censo AgTech Startups, 16% dos respondentes trabalham com proteção de cultivos, 12% com segurança alimentar e rastreabilidade e 10,7% com irrigação e tecnologias ligadas ao consumo de água. No segmento da pecuária, corte ou leite, muitas das soluções desenvolvidas buscam estreitar os laços da cadeia produtiva, superando o desafio de comunicação entre os pecuaristas e a indústria.

Após o boom recente de surgimento de startups de tecnologia para o agronegócio, é provável que ocorra agora um processo de consolidação, com as novas empresas com tecnologias economicamente viáveis firmando-se no mercado. A taxa de mortalidade costuma ser alta entre startups (segundo estudo da aceleradora Startup Farm, 74% das startups brasileiras não completam cinco anos de existência). A capacidade de sobreviver tem que ver com aspectos tecnológicos, mas depende, também, em grande medida, das parcerias estabelecidas com empresas complementares, do modelo implementado de negócios e de uma compreensão aguçada das necessidades do cliente. O design da experiência do cliente torna-se, de fato, cada vez mais relevante como fator de sobrevivência.

Segmento de tecnologia para agronegócio traz desafios

Talvez o principal desafio que as empresas de tecnologia para o agronegócio enfrentam, tanto no Brasil como em outros países, diz respeito ao perfil da demanda. Comparativamente a outros setores econômicos, o produtor rural tem se mostrado lento na incorporação das tecnologias de informação e comunicação (TIC). Um dos motivos são as restrições maiores de acesso à infraestrutura de telecomunicações. No entanto, fatores culturais e a própria natureza do processo produtivo, menos sujeita às regularidades típicas de um ambiente fabril, parecem dificultar, também, a percepção do valor que pode ser agregado com o uso das TIC.

As recém-entrantes têm conseguido superar uma primeira fase do processo de adoção das TIC no ambiente rural, obtendo sucesso rápido junto a um conjunto mais arrojado de usuários dispostos a testar soluções, especialmente quando os testes não impõem custos. Há relatos de que existem produtores rurais que chegam, inclusive, a provar várias opções simultaneamente. Mas esse movimento inicial exitoso não vem proporcionando ganhos rápidos de escala, pois ainda são poucos os clientes motivados a pagar pelas soluções.

Existem medidas que podem ajudar os novos empreendedores a superar o gap entre o sucesso obtido na fase de testes e a conquista efetiva de uma quantidade maior e fiel de usuários. Entre elas, destacam-se:

-Monstrar a viabilidade econômica da solução.

-Provar a eficácia da solução por meio científico, contratando estudos independentes.

-Estabelecer contato direto com o produtor rural. A eliminação de intermediários tende a reduzir falhas na comunicação e ampliar o conhecimento das necessidades do usuário.

-Considerar a possibilidade de adoção de modelo de negócios baseado em serviços. A alternativa de entrega da solução como serviço diminui o investimento inicial do cliente, dispensando a necessidade de compra do produto e/ou a aquisição das tradicionais licenças de uso. Além disso, reduz a necessidade de capacitação do pessoal interno para o uso.

Fonte: TIC em Foco
Posted on: Apr-7-2017 02:10:48 AM


15 MELHORES EXEMPLOS DE STARTUPS DE SUCESSO DO BRASIL E DO MUNDO!
Vamos começar pelos unicórnios, as Startups que valem mais de 1 Bilhão de dólares. Nosso primeiro exemplo de Startup de sucesso será nada menos que o…

GOOGLE

A Alphabet Inc, como é conhecida no mercado financeiro, é a holding que hoje controla o Google e centenas de outras empresas vinculadas, como o Adwords, Analytics e todas as outras empresas Google.

O Google foi fundado em 4 de Setembro de 1998 pelos empreendedores Larry Page e Sergey Brin. Hoje a empresa vai muito além, muito mesmo, da sua inicial função de buscador.

Hoje o Google está muito mais presente no nosso dia a dia do que imaginamos. Quando somos impactados por anúncios online, provavelmente estamos falando do Google Adsense, Ad Exchange ou gestão do DFP. Quando nosso aplicativo mostra trânsito a frente, nada mais é do que a API do Google mostrando a velocidade dos usuários da plataforma Android. Nem precisa falar sobre Android… Um dos melhores exemplos de Startup de Sucesso.

Valor de Mercado do Google: 476,53 Bilhões de dólares.

FACEBOOK

Nosso grande amigo Mark Zuckerberg, com seu patrimônio líquido de 56,2 Bilhões de dólares, não poderia ficar de fora dos exemplos de Startups de sucesso. O fundador do Facebook é a prova viva que os jovens são capazes de não apenas fundar um unicórnios, como também provou que é capaz de gerir e gerar crescimento.

A maior rede social do mundo, controla também outras empresas, como o Instagram e Whatsapp. Mensalmente são mais de 1,86 bilhões de pessoas ativas apenas no Facebook.

O Facebook hoje é capaz de entender o comportamento de uma nação inteira, ajudar pessoas a se comunicarem em momentos de atentado e para as marcas é o canal de advertising com segmentação mais assertiva.

Valor de Mercado do Facebook: 358,39 Bilhões de dólares.


UBER

O terror dos taxistas também é um dos nossos exemplos de Startup de sucesso.

Segundo o próprio site do Uber, a ideia da empresa (1.001 Ideias para Startups) surgiu após Travis Kalanick e Garrett Camp terem dificuldades de pegar um táxi, em 2008 na França.

Hoje a empresa atua em 524 cidade em várias partes do mundo, mudou o estilo de vida de milhões de pessoas, inclusive o meu, e prova que a economia colaborativa é o futuro.

Os efeitos dessa mudança ,de 2008 até hoje, é notado pela indústria automotiva, que agora precisa se adequar a um modelo onde cada vez menos será preciso ter um carro.

Valor de mercado do Uber: 62,5 Bilhões de dólares (Julho de 2016).


XIAOMI

Os brasileiros ainda não conhecem a maior concorrente da Apple, no Brasil a empresa vem com o nome de MI. A Xiaomi é uma empresa de tecnologia asiática com o foco em Mobile Internet. Seu principal produto, os smartphones, são mais baratos que os fabricados pela Apple com performance parecida, além de possuírem um sistema operacional próprio, derivado do Android.

Fundada por Lei Jun, atual CEO, em 6 de Abril de 2010 a empresa conta com mais de 5.000 funcionários na China.

Valor de mercado da Xiaomi: 45 Bilhões de dólares (Abril de 2015).


AIRBNB

A empresa que mudou a forma de viajar não poderia estar de foras dos exemplos de Startups de sucesso. Voltamos a mais um exemplo de boa aplicação da economia colaborativa.

O AirBnb é a empresa de “hotelaria” com maior capacidade de alocação de pessoas, tudo isto sem ter um único imóvel para locação. Hoje as pessoas podem monetizar um quarto livre em sua casa e conhecer pessoas de todo o mundo através do marketplace.

Foi realmente uma quebra de paradigma uma empresa propor que você alugue um espaço da sua casa para um estranho.

Não poderia deixar de recomendar a palestra no TED Talks do fundador do AirBnb, Joe Gebbia, confira.

Valor de mercado do AirBnb: 30 Bilhões de dólares (Setembro de 2016).


SPACE X

Fundada em 2002 por Elon Musk, empreendedor sul-africano com patrimônio líquido de 13,8 Bilhões de dólares, a empresa emprega mais de 4.000 pessoas e a primeira empresa privada a levar objetos para o espaço.

Realmente é uma empresa fora do imaginável, é um pouco difícil falar sobre os seus números, já que não temos benchmark para os feitos de Elon Musk junto a empresa.

Como curiosidade, Musk é também o fundador do Paypal e da Tesla Motors. Eu particularmente acredito que este tipo de empreendedorismo está aí para mudar o mundo, para melhor!

Valor de mercado do Space X: 12 Bilhões de dólares (Janeiro de 2015).


STRIPE

A Stripe fica em San Francisco, California, mas tem frente em 25 países, em breve no Brasil. Seu produto é um gateway de pagamento, extremamente eficiente e de fácil integração. Possui funcionalidades das mais variadas, de um simples pagamento recorrente até one touch payment.

Recentemente lançou o programa Atlas, que ajuda empreendedores levarem suas Startups para os Estados Unidos, através de um acordo com o Estado de Delaware. Este programa foi o diferencial da empresa para entrar para a lista dos exemplos de Startups de sucesso.

Vale a pena ficar de olho na Stripe, como falei, acredito que em breve eles devam chegar ao Brasil.

Valor de mercado do Stripe: 9,2 Bilhões de dólares (Novembro de 2016).


SPOTIFY

Quem nunca usou o Spotify? Esta ferramenta brilhante para o mundo da música é a solução para não precisarmos mais comprar CDs, músicas na Apple Store ou baixar o bom e velho piratão.

O Spotify hoje vai além de uma simples plataforma para se escutar música, aqui é possível interagir com seus amigos, compartilhar playlist e saber o que eles escutam.

Valor de mercado do Spotify: 8,53 Bilhões de dólares (Março de 2016).

SLACK

Slack é a plataforma mais moderna quando o assunto é chat empresarial. Com ela é possível que seus times se comuniquem de maneira organizada e gravada, sem criar dúvidas se foi dito ou não. Produtividade a baixo custo, é por isto que o Slack faz parte da nossa lista de exemplos de Startups de sucesso.

Valor de mercado do Slack: 3,8 Bilhões de dólares (Abril de 2016)


EASY TAXI

Mesmo que muitos não saibam, a Easy Taxi é uma empresa brasileira. Temos que bater no peito e nos orgulhar da conquista dessa galera!

A empresa já recebeu um aporte total de 77 milhões de dólares, seu primeiro aporte foi de 5 milhões em Outubro de 2012. Em breve receberá um novo aporte com valor a definir. Se alguém já souber pode colocar nos comentários que eu atualizo a publicação.

São mais de 420 cidades de cobertura em 30 países atendendo a mais de 20 milhões de usuários.


SKOOB

A Skoob, fundada em Janeiro de 2009, é a maior rede social de leitores do Brasil. Nela você pode:
Criar suas listas de leituras e favoritos;

Marcar os próximos livros que você quer ler;
Comentar e avaliar os livros;
Acompanhar os escritores;
Participar de grupos de leitores;
Trocar os livros já lidos.
Não encontrei dados sobre aportes financeiros a empresa. Porém encontrei uma matéria de 2013 falando que ela estava entre as 10 escolhidas para um programa de mentoria junto a Endeavor e Locaweb.

Hoje ela consta no primeiro lugar do Startup Ranking Brasil, que proporciona o total mérito de participar dos exemplos de Startup de sucesso.


HOTMART

O Hotmart, fundado em 2011, é uma plataforma para os produtores digitais, aqueles que produzem infoprodutos. É um marketplace onde você pode ofertar os seus produtos, conquistar afiliados e consumir os produtos digitais, em um ambiente seguro e antifraude.

O mercado dos infoprodutos teve o seu boom alguns anos atrás que o Erico Rocha resolver trazer para o Brasil a técnica da fórmula de lançamento, na época chamada de ignição digital.

A empresa foi vencedora do Desafio Buscapé, que comprou 30% da empresa por R$300.000,00 em 2011. Por saber aproveitar o boom deste mercado e se consolidar no mercado nacional, a Hotmart vai entrar na nossa lista de exemplos de Startups de sucesso no Brasil.



MÉLIUZ

Fundada por Israel Salmen e Ofli Guimarães a Méliuz tem como objetivo ser o melhor clube de vantagens, pagando em dinheiro no lugar de pontos. Você também encontrar cupons gratuitos na plataforma, o que gera diversas URLs para o site e consequentemente mais visitantes através do Google

A empresa já passou por 3 rodadas de investimento com 9 investidores, o último foi no dia 5 de Dezembro de 2016. Mais do que merecido estar na lista dos exemplos de Startups de sucesso no Brasil.



SYMPLA

A Sympla é a plataforma completa para quem quer fazer eventos. Com ela você vai desde a venda do ingresso até a gestão do evento. A empresa já recebeu 4 milhões (acho que de reais, não deixou claro a informação) em uma única rodada de investimento.

Alguns números da Sympla:

Mais de 7 milhões de ingressos vendidos;
Em mais de 2 mil cidades;
Mais de 90 mil eventos realizados;
Por mais de 20 mil produtores.
Mais do justo estar entre os exemplos de startups de sucesso do Brasil.


BROOTA

A Broota é uma plataforma de investimento colaborativo que conecta investidores com empresas inovadoras, Startups.

Esta modalidade é chamada de Equity Crowdfunding. Onde o investimento se torna um título de crédito conversível em cotas, parecido com uma debênture.

A empresa foi fundada por Frederico Rizzo, atual CEO, e teve seu aporte de capital através da própria plataforma. A primeira rodada de R$200.000,00 em Maio de 2014 e a segunda de R$500.000,00 em Janeiro de 2015.


Fonte: blog.joaofarret
Digital Strategies for Marketing e Search Marketing pela New York University. Formado em Marketing pela UnP (Laureate International Universities). MBA em Marketing Digital pela ESPM SP. Fundador dos sites Doctor Found e Agen.do, sócio nas agências Communicare e Pan 360º. Consultor de negócios digitais para ClimaTempo e JáCotei.



Posted on: Feb-20-2017 12:13:05 AM


7 áreas de maior dinamismo previsto em startups de TIC
A inteligência artificial (IA) e a aprendizagem de máquina (“machine learning”) vão ajudar a impulsionar a economia tecnológica em 2017. A CIO.com colocou uma consulta sobre as tendências para 2017 no Help a Reporter, um site para ajudar os jornalistas a ligarem-se a fontes, e a esmagadora maioria dos inquiridos apontou para a IA.

No próximo ano e depois, a IA vai ajudar as empresas a “perturbar sectores que não foram totalmente disruptivos”, diz Anthony Glomski, director da consultora financeira Advisory. “A IA está nos seus estágios iniciais, com um enorme impacto potencial”.

Eis sete tendências apontadas como principais para o próximo ano, com análise mais aprofundada no site CIO.com.pt:

‒ IA e aprendizagem de máquina;
‒ “chatbots”;
‒ serviços geridos de segurança ganham protagonismo;
‒ transformação digital e nuvem;
‒ realidades virtual e aumentada
‒ tecnologia de vestoir /”wearables”);
‒ “Coisas inteligentes”.

font : computerworld
Posted on: Dec-20-2016 09:58:08 PM


Start-Up Brasil é premiado em concurso nacional de inovação
O resultado foi anunciado na noite desta terça-feira (20) em Brasília pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap) e pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP). O concurso contou com a participação de 102 concorrentes.

O Concurso Inovação tem o objetivo de estimular a implementação de iniciativas inovadoras de gestão em organizações do Governo Federal, de disseminá-las e de valorizar servidores públicos que atuam de forma criativa. O prêmio tem alcançado sucesso ao longo desses 20 anos, somando no período, 1.934 práticas inscritas e 362 iniciativas premiadas.

“O Programa Nacional de Aceleração de Startups, o Start-Up Brasil, reflete a prioridade conferida pelo Governo ao setor de TI, que tem se revelado extremamente estratégico para o Brasil em um mundo que cada vez mais recorre à tecnologia e à informação como fontes para o desenvolvimento econômico e social. Nós continuaremos fazendo do Programa uma prioridade, apoiando-o e buscando constantemente o seu aperfeiçoamento”, destaca Gilberto Kassab, Ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Na visão de Maximiliano Martinhão, Secretário de Política de Informática (Sepin) do MCTIC, “esse reconhecimento coroa o trabalho pioneiro desenvolvido pelo Start-Up Brasil, sob a gestão da Softex e destaca a importância para o país de se criar as condições necessárias para viabilizar empresas nascentes de base tecnológica que possam alcançar o sucesso e chegar ao mercado com seus produtos e soluções graças a um trabalho consistente de apoio a esse ecossistema”.

O Start-Up Brasil, integra uma das ações da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI) que elegeu as TICs entre os programas prioritários para impulsionar a economia brasileira.

Lançado em novembro de 2012, o Start-Up Brasil realiza chamadas públicas para qualificar e habilitar aceleradoras e para a seleção de empresas nascentes de base tecnológica. O programa apoia atualmente 183 startups nacionais e internacionais, possui uma rede de 18 aceleradoras em oito estados brasileiros e mais de 50 parceiros públicos e privados.

Fonte: Softex
Posted on: Sep-25-2016 08:07:51 AM


PROGRAMA CAPITAL EMPREENDEDOR - SEBRAE BAHIA
O SEBRAE Bahia vai lançar em 2016 o programa Capital Empreendedor voltado para investimentos em startup e empresas semelhantes. No dia 10/06 (sexta feira) na FIEB será o lançamento do programa e você vai conhecer alternativas de capitalização para projetos de startup.

Veja a programação abaixo e se inscreva.

Dia: 10/06
Horários: 9h às 17h
Local: Auditório da FIEB (Rua Edístio Pondé, 342 – Stiep)


Manobrista no local

PROGRAMAÇÃO (sujeita a alterações)

9h - Abertura

10h - Painel 1 – Instrumentos de capitalização empreendedora para MPE.
Tomás de Sá – Presidente do IBMEC
Antonio Carlos Magalhães Júnior – Presidente da Rede Bahia

11h – Intervalo

11h15 – Lançamento do Programa Bahia Capital Empreendedor

12h - Almoço

14h - Painel 2 – Modalidades de Investimento Pré-semente e formas de acesso

Moderador: Rodrigo Menezes, sócio da Derraik & Menezes Advogados.
Renato Simon, sócio diretor da Latin American Angels Society.
Samuel Meireles Dias e Sousa, coordenador do Capital Empreendedor no Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.
Sandro Cortezia, Diretor da Associação Brasileira de Empresas Aceleradoras de Inovação e Investimentos(ABRAII); co-fundador e CEO da VENTIUR.
Marcelo Godke, membro do conselho consultivo da Startmeup, plataforma de Equity Crowdfunding e da Godke Silva Rocha Advogados.

15h – A Evolução da indústria de Seed e Venture Capital no Brasil

Moderador: Rodrigo Menezes, sócio da Derraik & Menezes Advogados.
Paulo Renato Macedo Cabral, sócio da Inseed Investimentos.
Representante da FINEP.
Carlos Henrique Temporal, Relações Institucionais da Ferbasa Metalurgia e Florestal, Representante do Instituto Brasileiro de Relação com Investidores (IBRI).

16h – Intervalo

16h15 – Casos de Sucesso Empresas Investidas

17h15 Encerramento.

Fonte Sebrae
Posted on: Jun-1-2016 10:36:42 PM


O que é uma startup?
São Paulo – Tudo começou durante a época que chamamos de bolha da Internet, entre 1996 e 2001. Apesar de usado nos EUA há várias décadas, só na bolha ponto-com o termo “startup” começou a ser usado por aqui. Significava um grupo de pessoas trabalhando com uma ideia diferente que, aparentemente, poderia fazer dinheiro. Além disso, “startup” sempre foi sinônimo de iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento.

O que os investidores chamam de startup?

Muitas pessoas dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup. Outros defendem que uma startup é uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores. Mas há uma definição mais atual, que parece satisfazer a diversos especialistas e investidores: uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.

Apesar de curta, essa definição envolve vários conceitos:

– Um cenário de incerteza significa que não há como afirmar se aquela ideia e projeto de empresa irão realmente dar certo – ou ao menos se provarem sustentáveis.

– O modelo de negócios é como a startup gera valor – ou seja, como transforma seu trabalho em dinheiro. Por exemplo, um dos modelos de negócios do Google é cobrar por cada click nos anúncios mostrados nos resultados de busca – e esse modelo também é usado pelo Buscapé.com. Um outro exemplo seria o modelo de negócio de franquias: você paga royalties por uma marca, mas tem acesso a uma receita de sucesso com suporte do franqueador – e por isso aumenta suas chances de gerar lucro.

– Ser repetível significa ser capaz de entregar o mesmo produto novamente em escala potencialmente ilimitada, sem muitas customizações ou adaptações para cada cliente. Isso pode ser feito tanto ao vender a mesma unidade do produto várias vezes, ou tendo-os sempre disponíveis independente da demanda. Uma analogia simples para isso seria o modelo de venda de filmes: não é possível vender a mesmo unidade de DVD várias vezes, pois é preciso fabricar um diferente a cada cópia vendida. Por outro lado, é possível ser repetível com o modelo pay-per-view – o mesmo filme é distribuído a qualquer um que queira pagar por ele sem que isso impacte na disponibilidade do produto ou no aumento significativo do custo por cópia vendida.

– Ser escalável é a chave de uma startup: significa crescer cada vez mais, sem que isso influencie no modelo de negócios. Crescer em receita, mas com custos crescendo bem mais lentamente. Isso fará com que a margem seja cada vez maior, acumulando lucros e gerando cada vez mais riqueza.


Os passos seguintes

É justamente por esse ambiente de incerteza (até que o modelo seja encontrado) que tanto se fala em investimento para startups – sem capital de risco, é muito difícil persistir na busca pelo modelo de negócios enquanto não existe receita. Após a comprovação de que ele existe e a receita começar a crescer, provavelmente será necessária uma nova leva de investimento para essa startup se tornar uma empresa sustentável. Quando se torna escalável, a startup deixa de existir e dá lugar a uma empresa altamente lucrativa. Caso contrário, ela precisa se reinventar – ou enfrenta a ameaça de morrer prematuramente.

Startups são somente empresas de internet? Não necessariamente. Elas só são mais frequentes na Internet porque é bem mais barato criar uma empresa de software do que uma de agronegócio ou biotecnologia, por exemplo, e a web torna a expansão do negócio bem mais fácil, rápida e barata – além da venda ser repetível. Mesmo assim, um grupo de pesquisadores com uma patente inovadora pode também ser uma startup – desde que ela comprove um negócio repetível e escalável.

Yuri Gitahy é investidor-anjo, conselheiro de empresas de tecnologia e fundador da Aceleradora, que apoia startups com gestão e capital semente

Fonte: Revista Exame
Posted on: Feb-6-2016 05:15:27 AM


Projetos de TIC são destaque do Demoday Inovativa 2015
Entre os projetos escolhidos de empresas de TIC B2C e educação estão o da Hand Talk, empresa de Maceió que desenvolveu uma ferramenta que realiza tradução digital e automática para língua de sinais, e da Sciopulis, de São Paulo, que desenvolve produtos para resolver tanto os problemas dos gestores de transporte público quanto os dos passageiros.

Já entre os projetos de TIC B2B (big data, gestão, logística, finanças e segurança de dados) as escolhidas foram Pop Recarga, de Belo Horizonte, que desenvolveu uma moeda eletrônica para pagamento em dinheiro na internet, e a Tech4Safe, de São Paulo, que criou uma solução de comunicação digital segura de áudio, vídeo e dados.

Na banca com startups de TIC, com startups de B2B de marketplace, marketing, varejo, RH, serviços e consultoria, as escolhidas foram a ClapMe, de São Paulo, que desenvolveu uma plataforma de conteúdo que conecta fãs e artistas, e a Rank My App, também de São Paulo, e que criou uma ferramenta para responsáveis por aplicativos posicionarem melhor os seus apps dentro da busca das app stores e, assim, conseguirem mais visibilidade e mais downloads.

Também foram selecionados projetos de Internet das Coisas, energia, construção civil, sustentabilidade, robótica, saúde, biotecnologia, química e agronegócio

Em seu discurso durante o encerramento, o secretário de Inovação Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Marcos Vinícius, adiantou que em 2016 o Inovativa terá duas edições: uma no primeiro semestre e outra no segundo.

Durante o Demoday Inovativa, uma banca internacional selecionou 15 startups que participarão do UK Chapter, o capítulo internacional da edição 2015 do Inovativa. Os projetos selecionados passarão duas semanas no Reino Unido, em fevereiro de 2016, com o objetivo de proporcionar uma experiência em um ambiente internacional de desenvolvimento de inovação para aumentar a capacitação dos empreendedores brasileiros e conectá-los com investidores e grandes empresas e clientes no Reino Unido e do mundo.

As empresas escolhidas foram: Intelectron, Mogai, Piipee, Forebrain, Easy Subsea, LifeRank, Solides, Radek, Mereo, Urbotip, Aquarela Vortex Big Data, Desk14, Clapme, Ukkobox, Tech4Safe.

Fonte TI Inside Online convergecom
Posted on: Dec-1-2015 10:04:43 PM


5 startups que alcançaram o sucesso e o que você pode aprender com elas
Um mundo que, aliás, já apresentou alguns bons casos de sucesso nos últimos anos e que podem nos ensinar bastante sobre o trajeto para o sucesso e para a consolidação das ideias!

Quer saber quais são eles? Confira no artigo de hoje 5 startups que alcançaram o sucesso e aprenda o segredo delas!

1 – Luvocracy

Você é do tipo de pessoa que fica de olho nas roupas que o seu amigo ou amiga usa? Segue o conselho de alguém quando o assunto são móveis para casa ou eletrônicos? Pois, então, a Luvocracy é uma startup que atende pessoas iguais a você.

Criada por Kleiner Perkins, em 2012, essa empresa que recebeu um investimento inicial de 11 milhões de dólares do Google e agora acabou de ser comparada pelo WalMart, oferece um tipo de ferramenta para os usuários onde eles podem criar painéis, como aqueles do Pinterest, exibindo produtos que eles gostam. Se por acaso algum seguidor comprar o tal produto por meio da plataforma, a pessoa que deu a dica recebe uma comissão pela venda.

O Luvocracy leva em consideração o fato de que as pessoas costumam se interessar mais por um produto quando ele é indicado por alguém que elas confiam. Ou seja: é uma startup que fez sucesso por ficar de olho no crescimento do poder do social na internet.

2 – TuneIn

Criado por John Donham, o TuneIn é um aplicativo que reúne dezenas de milhares de estações de rádio e 40 milhões de ouvintes em um só lugar. Agraciado por Joe Kraus — o mesmo investidor do Google que apostou em projetos como o Pocket e o Kabam — esse sistema recebeu um investimento de 25 milhões de dólares para que fosse aprimorado e levado para as grandes montadoras de carros, como a General Motors, Ford, Mercedes e BMW.

De acordo com Donham, esse investimento faz total sentido, uma vez que o montante de dinheiro inserido na publicidade em rádio nos Estados Unidos pode chegar a mais de 35 bilhões de dólares por ano — um número que faz aqueles 25 milhões parecerem uma pequena gota d’água, não é mesmo?

3 – Koho

Imagine poder fazer compras no crédito usando o seu cartão de débito? É mais ou menos essa a função do aplicativo canadenseKoho — um sistema onde o usuário faz o depósito da quantia de dinheiro que quiser para uma operadora de cartão que depois a transforma em crédito para ser usado em qualquer lugar.

Uma parte interessante da história de Daniel Eberhard, fundador do Koho, é que seu investimento inicial, de cerca de 1 milhão de dólares, veio por parte de amigos e da própria família. Algo que segundo o empreendedor, é bom porque dá um incentivo maior e pressiona também ao mesmo tempo para que tudo dê certo — ainda que esse não seja o modelo mais indicado para começar o seu negócio.

4 – Slack

Avaliado em 2,8 bilhões de dólares, o Slack é um aplicativo criado por uma startup norte-americana da cidade de São Francisco e funciona como uma espécie de sistema de troca de mensagens internas, muito usado (e indicado) para ambientes empresariais.

Lançado em 2013, o app conta com uma base de 750 mil usuários ao redor do mundo sendoque desses, 250 mil pagam pela versão completa dele — ainda que seja possível usar tranquilamente o modelo grátis. Mesmo tendo que enfrentar grandes competidores no mercado, como o Gtalk e Skype, o Slack traz algumas funções bastante interessantes voltadas para o uso corporativo.

Funções que fizeram dele um grande sucesso dentro de outras grandes empresas como Adobe, BuzzFeed e até o jornal New York Times. Empresas que servem, inclusive, como publicidade do sistema e que usam a plataforma como uma ferramenta colaborativa — aliás, se quiser saber mais sobre esse assunto, confira esse nosso outro post.

5 – Uber

Pivô de diversos protestos ao redor do mundo, o Uber é talvez um dos maiores exemplos de startups digitais que alcançaram o sucesso hoje em dia.

Avaliado em impressionantes 50 bilhões de dólares, o aplicativo foi desenvolvido por uma empresa que recebeu investimento do Google, logo no seu inicio de carreira. A ideia dele é conectar motoristas particulares e usuários, por meio de um sistema que faz a chamada e também o pagamento daquela corrida. Através do Uber é possível também saber se o caminho escolhido pelo motorista é o melhor para o passageiro e dividir o pagamento da corrida com outros usuários, sem a necessidade de estar com o dinheiro em mãos durante a transação.

Apesar do grande e rápido sucesso, o aplicativo tem sido duramente combatido em vários lugares tanto pelos taxistas quanto por alguns políticos que ainda não conseguiram encontrar a melhor forma de taxar o uso do sistema.

No entanto, mesmo com toda a polêmica em torno do nome, a empresa responsável pelo programa tem apostado bastante em conquistar os clientes através de boas ações de marketing e de um modelo que simplifica bastante a comunicação do usuário com o SAC, evitando qualquer tipo de dor de cabeça que venha a acontecer e melhorando a satisfação do cliente.

Podendo criar novas formas de se vender um produto, ouvir rádio ou até chamar um táxi, as startups com modelos digitais têm se mostrado bastante interessantes e lucrativas.

Portanto, que tal tirar a sua ideia de cabeça e colocá-la logo para funcionar? Quem sabe não tem um grupo de pessoas por aí precisando do seu futuro projeto? Conheça 3 dicas para fazer uma apresentação de sucesso para investidores!

Fonte http://www.techmallsa.com.br Techmall Blog
Posted on: Nov-20-2015 10:43:43 PM


Quatro startups de TIC na final do Jovem Empreendedor
Entre os seis finalistas para o 17º Prémio do Jovem Empreendedor da ANJE estão quatro startups cujo modelo de negócio assenta mais intensivamente em TIC: Exogenus Therapeutics, Glexyz, Stuki.o ou Linehealth. O vencedor do concurso promovido pela Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) será anunciado dia 18 de Novembro e receberá um prémio no valor de 30 mil euros.

Este é composto por 20 mil euros em dinheiro e o restante num “conjunto integrado de apoios”, como “um ano de incubação numa das infra-estruturas da Rede de Incubação da ANJE, suporte promocional, a oferta de uma pós-graduação promovida pela área de formação da associação e ainda acesso a instrumentos e programas de incentivo financeiro e de acompanhamento da actividade empresarial”, explica um comunicado.

Os outros dois candidatos ao prémio, cuja final decorrerá durante a Feira do Empreendedor, são a DoctorGummy (produtora de gomas medicinais para crianças) e a Matter (fabricante de peças de “design” criadas a partir de resíduos).

Segundo a nota de imprensa, a edição do concurso registou este ano mais de 150 candidaturas.
“É incontestável que estes seis finalistas são negócios pensados para o mercado global, com propostas ousadas e disruptivas”, considera João Rafael Koehler, presidente da ANJE.

O responsável recorda ainda que se celebram este ano os 18 anos da Academia dos Empreendedores e diz que “o empreendedorismo atingiu a maioridade” em Portugal.

Os quatro finalistas (de TIC):

‒ Exogenus Therapeutics: apresenta uma terapia celular aplicada à medicina regenerativa, especialmente no tratamento de lesões da pele. O primeiro produto da empresa de biotecnologia está em desenvolvimento, intitula-se Exo-Wound e direcciona-se para o tratamento de feridas crónicas. O agente activo utilizado por esta terapia afirma-se mais eficiente pelo facto de utilizar células que não são vivas e que não induzem respostas imunitárias.

‒ Linehealth: desenvolveu uma solução de saúde digital assente numa dupla solução para ajudar doentes crónicos na gestão da sua condição. Uma aplicação móvel reúne toda a informação de saúde do doente, emite alertas associados à medicação, guarda informação de prescrição, apontamentos médicos e ainda dados sobre sinais vitais e actividade física. Uma caixa de medicamentos inteligente e portátil para multi-medicação regista a hora de acesso e pode ser sincronizada com a app.

‒ A Glexyz: desenvolveu a uma plataforma virtual integrada, assente em cloud computing, que permite testar e optimizar produtos de forma rápida. O modelo da startup envolve tentar democratizar o acesso a ferramentas de virtualização, capazes de acelerar a introdução de novos produtos no mercado. Aumentar a eficiência dos testes, reduzir custos e reduzir desperdícios é a proposta de valor da empresa.

‒ Stuk.io: gere uma plataforma online que ensina a programar e permite transformar ideias de negócio em aplicações com base na Internet. A empresa pretende que os formandos programem a partir do zero e propõe guias passo a passo, traduzidos em tutoriais de formato vídeo, que podem ser consultados em qualquer hora ou local. Beneficiou de um período no acelerador holandês Rockstart Accelerator, onde desenvolveu as bases do projecto de vocação global, e acaba de fechar uma ronda de investimento com a Portugal Ventures. E conta com mais de 10 mil clientes, oriundos de mais de 100 países diferentes.

Os planos de negócio propostos para concurso passaram por diferentes fases de triagem, a última das quais foi com o júri nacional da competição, do qual fazem parte Bruno Carvalho (CEO da Active Aerogels), José Gabriel Chimeno (corporate finance partner na Deloitte Portugal), Miguel Ribeiro Ferreira (presidente do Grupo Fonte Viva e investidor no Shark Tank Portugal), Stephan Morais (director executivo na Caixa Capital), Paulo Sousa Marques (CEO do Shark Tank Portugal) e Nuno Barroca (vice presidente do Grupo Amorim).

Fonte ComputerWorld
Posted on: Nov-14-2015 10:51:19 PM


Como as Venture Builders estão mudando o modelo de Startups
Se você ainda não ouviu falar em Venture Builder?, Não, então deixa eu te apresentar a este novo conceito. Basicamente são organizações que constroem empresas e negócios que utilizam as suas próprias ideias e recursos. Essas organizações que investem em startups com os seus próprios recursos vêm rompendo com os modelos mais comuns de investimentos.

Ao contrário de incubadoras e aceleradoras, a Venture Builder, não tem nenhum interesse em incentivar seus negócios para participar de qualquer competição ou programa de subvenção econômica ou coisa parecida. Em vez disso, eles desenvolvem ideias de negócio a partir de suas ideias, necessidades internas, com próprios recursos financeiros e com as equipes internas (engenheiros, consultores, desenvolvedores de negócios, gerentes de vendas, etc.) ou com a incorporação de startups de terceiros.

Vamos ver muitas Venture Builder daqui por diante, sabe porque? Porque as empresas estão procurando desenvolver inovações internas e isso é que vai fazer a toda diferença competitiva daqui por diante.

Mas e ai? Essas Venture Builder não tem interesse que esses negócios virem startups ou que sejam vendidos ao mercado? Sim e não. Sim se o modelo de negócio tiver essa característica, ou seja, nada impede de ser feito um spin-off e as demais empresas do grupo da Venture Builder passem a ser clientes, atribuindo recursos operacionais e de capital para as empresas do portfólio.

Em linha geral então a Venture Builder é uma holding que tem participação acionária nas diversas entidades empresariais que ajudou criar. As Venture Builder de maior sucesso são, no entanto, muito mais operacional e hands-on do que Holdings: Eles levantam capital, recursos humanos, sediam os negócios em um único ambiente, com equipes contábil, jurídicas, marketing, vendas e etc. O grande pulo do gato do modelo de Venture Builder é o compartilhamento de infraestrutura, know how e canais de mercado entre todos os negócios, reduzindo os custos de inovação, aumentando a agilidade e o impacto comercial dos negócios.

Algumas Venture Builder conhecidas no mundo:

Obvious Corp, que participou do Twitter e Médium por exemplo
HVF que produziu Affirm.com e Glow.com
Betaworks, cujo portfólio inclui Instapaper e Blend
Rocket Internet da Alemanha (PayMill, Jumia, FoodPanda, etc.).
Entre outras.
Embora estas empresas bem-sucedidas têm diferenças óbvias em seus modelos de negócios, algumas nem se intitulam Venture Builder, eles também têm características importantes em comum. Eles usam recursos partilhados (capital, equipes, conexões, etc.) para lançar soluções que, em seguida, podem operar como empresas totalmente operacionais.

O movimento de Venture Builder está começando a se tornar popular nos Estados Unidos e na Europa e agora chega ao Brasil. Para falar sobre isso, eu entrevistei meu amigo e colega Investidor Anjo, Pierre Schurmann. Leia abaixo:

PS

Pierre, as Venture Builders são mais uma tendência pra já ou para os próximos anos no Brasil?

PS: As Venture Builders já estão atuando no Brasil há algum tempo e devem aumentar sua presença devido às oportunidades do mercado Brasileiro.

Por que você acredita que este seja o melhor modelo?

PS: Acredito que em um mercado como o nosso, no qual empreendedores tem uma dificuldade maior de captar funding entre o investimento-anjo e o Series B, quem tem experiência (em criar e escalar negócios) tem um diferencial competitivo importante. Mas é importante destacar que Venture Building é para quem tem experiência em ter criado ou participado de pelo menos uma startup que tenha passado pelo ciclo até o exit. Ou seja, não é para qualquer um.

Tem como explicar a diferença entre Venture capital e Venture Builder, já que eu expliquei a diferença no texto acima com Incubadoras e Aceleradoras?

PS: São modelos de negócios com formas distintas de atuar, pois no Venture Building o foco dos time é maior na execução do que nas demais partes do negócio (fundraising, recursos humanos e marketing, por ex) e a participação do CEO geralmente é minoritária.

O que muda no mercado com a entrada delas?

PS: Ainda é cedo para dizer. Até porque temos poucos Venture Builders no Brasil pois nosso ecossistema ainda está no começo.

Quem no Brasil está indo neste caminho ou se já temos Venture Builders por aqui?

PS: Os pioneiros nesta modalidade de investimento são a WebForce e a A5 Internet Investments. Estas duas já criaram 15 empresas que, juntas devem valer mais de R$500 milhões. Se olharmos do ponto de vista de exits realizados, o track record deles é certamente um dos melhores do Brasil.

Fonte Joao Kleber StartupI
Posted on: Jun-3-2015 10:32:10 PM







          
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Programa vai levar startups brasileiras para vender no exterior

Marli Moreira - Repórter da Agência Brasil As pequenas empresas classificadas como startup vão ter oportunidades de vender as suas ideias no exterior, fechar acordos bilaterais ou negócios com a ajuda de profissionais do governo e do setor privado por meio do novo programa StartOut Brasil lançado nesta sexta-feira (24), em São Paulo.

Posted on: Nov-24-2017 02:15:58 PM

Para este bilionário, é hora de investir nas startups do Brasil

O megainvestidor Tim Draper já aportou em negócios como Hotmail, Skype e Tesla. Agora, procura oportunidades em terras brasileiras Por Mariana Fonseca access_time 19 maio 2017, 09h57 - Publicado em 13 mar 2017, 06h00

Posted on: Oct-6-2017 01:53:48 PM

Milhares de startups surgidas nos últimos cinco anos, aqui e no exterior, estão mudando — para melhor — a forma como lidamos com nossas finanças

Por Naiara Bertão

Posted on: Sep-18-2017 01:26:32 AM

PROGRAMA BRASILEIRO DE ACELERAÇÃO DE STARTUPS

O Start-Up Brasil, Programa Brasileiro de Aceleração de Startups e que integra o TI Maior, é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) com gestão da Softex, em parceria com aceleradoras. O Programa, criado em outubro de 2012, tem o objetivo de selecionar e apoiar as melhores empresas nascentes de base tecnológica, as chamadas startups e criar cases de sucesso; além de contribuir com a construção de um ambiente cada vez mais favorável à pesquisa, desenvolvimento e inovação em TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação).

Posted on: Jul-27-2017 10:27:08 PM

CASE O maior evento para startups da América Latina

O CASE foi feito para reunir aqueles que não querem só ver as mudanças acontecerem, mas querem fazer parte delas.

Posted on: Jul-24-2017 11:02:59 PM

Sabin oferece programa de aceleração para startups

Estimular a criação de soluções em produtos e serviços para o mercado de saúde.

Posted on: Jul-22-2017 02:00:28 PM

MCTIC deve repassar recursos para Semana Nacional de C&T de 190 instituições do país

Coordenador de Popularização da Ciência apresentou resultados preliminares do edital de apoio à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que será realizada de 23 a 29 de outubro com o tema "A matemática está em tudo".

Posted on: Jul-22-2017 05:55:17 AM

Mais startups de tecnologia no agronegócio?

Em dezembro de 2016, a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP), em parceria com o AgTech Garage, finalizou o 1° Censo AgTech Startups. O levantamento teve por objetivo fazer um mapeamento do setor de tecnologia para o agronegócio no país.

Posted on: Apr-7-2017 02:10:48 AM

15 MELHORES EXEMPLOS DE STARTUPS DE SUCESSO DO BRASIL E DO MUNDO!

São tantos exemplos de Startups de sucesso em todo o mundo, que fica até difícil escolher as que devemos analisar. Por mim esta postagem teria 10 mil palavras, mas ninguém iria ler… Vamos falar sobre as empresas que já são exemplos de Startups de sucesso e analisar como foi a sua jornada até chegar ao nosso reconhecimento ou que números elas ostentam para merecer o título.

Posted on: Feb-20-2017 12:13:05 AM

7 áreas de maior dinamismo previsto em startups de TIC

A inteligência artificial será um segmento pródigo, juntamente com o da cibersegurança, dos bots e da realidade virtual, em 2017, de acordo coma Advisory.

Posted on: Dec-20-2016 09:58:08 PM

Start-Up Brasil é premiado em concurso nacional de inovação

O programa Start-Up Brasil, inciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) com gestão operacional da Softex em parceria com aceleradoras, ficou com a segunda colocação entre os projetos vencedores do 20º Concurso Inovação na Gestão Pública Federal.

Posted on: Sep-25-2016 08:07:51 AM

PROGRAMA CAPITAL EMPREENDEDOR - SEBRAE BAHIA

Descrição do evento

Posted on: Jun-1-2016 10:36:42 PM

O que é uma startup?

Afinal, o que é uma startup? Respondido por Yuri Gitahy, especialista em startups

Posted on: Feb-6-2016 05:15:27 AM

Projetos de TIC são destaque do Demoday Inovativa 2015

Os projetos de tecnologia da informação e comunicações (TIC) foram os destaques do Demoday Inovativa 2015, a maior banca de investimentos do país na qual as 92 startups finalistas apresentaram nesta segunda-feira, 30, seus projetos a mais de cem executivos de grandes empresas como Johnson & Johnson, Embraer, Bosch, Totvs, Dow Chemical, Natura e Gerdau, além de a executivos de fundos de investimento e investidores-anjo associados à organização Anjos do Brasil.

Posted on: Dec-1-2015 10:04:43 PM

5 startups que alcançaram o sucesso e o que você pode aprender com elas

O baiano Glauber Rocha já dizia, lá nos anos 70, que para se fazer cinema bastava ter uma câmera na mão e uma ideia na cabeça. Pois para quem sonha em criar o seu próprio negócio, hoje em dia basta substituir a câmera da frase por um computador. Com um número cada vez maior de pessoas que realizam as suas tarefas com a ajuda de aplicativos, as startups de tecnologia têm se mostrado uma boa porta de entrada para o mundo do empreendedorismo digital.

Posted on: Nov-20-2015 10:43:43 PM

Quatro startups de TIC na final do Jovem Empreendedor

Exogenus Therapeutics, Glexyz, Stuki.o ou Linehealth, podem receber um prémio de 30 mil euros.

Posted on: Nov-14-2015 10:51:19 PM

Como as Venture Builders estão mudando o modelo de Startups

O que é uma Venture Builder? O que muda no mercado com a entrada delas?

Posted on: Jun-3-2015 10:32:10 PM




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